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A morte de Maria Beliene dos Santos, de 32 anos, durante o parto de sua segunda filha no Hospital Santa Isabel, em Aracaju, gerou uma acusação de negligência por parte da família. O viúvo da vítima, Adson William da Ressureição Santos, relatou que Maria, com 40 semanas de gestação, começou a passar mal logo após dar entrada na unidade, sendo levada às pressas para o centro cirúrgico. Apesar de a bebê ter nascido saudável, a mãe não resistiu.
Segundo Adson, o estado do corpo da esposa, que apresentava ferimentos no nariz e na boca, levanta suspeitas sobre o atendimento. Ele afirma que o hospital se recusou a entregar o prontuário e que a certidão de óbito aponta ‘morte indeterminada’. A família destaca que a gravidez de Maria foi completamente saudável e que ela realizou o pré-natal de forma regular.
Em contrapartida, a direção do Hospital Santa Isabel classificou a morte de gestante como um evento “raro” e uma “fatalidade”, impossível de ser previsto durante o pré-natal. A instituição reforçou que todo o protocolo foi seguido e que o prontuário será submetido aos comitês de mortalidade neonatal, tanto municipal quanto estadual, para avaliação.
