Homem que matou bebê após buzina do pai em Areia Branca é indiciado por homicídio e outros três crimes

Crime ocorreu na madrugada de 24 de junho, quando o pai da criança buzinou para ultrapassar a picape do suspeito, que perseguiu e atirou contra o veículo da família

Por SERGIPE HOJE - Sergipe

Alex de Oliveira Nunes, de 28 anos, foi indiciado pela Polícia Civil de Sergipe por quatro crimes após matar Layla Sofia Santos Menezes, bebê de 1 ano e 11 meses, em Areia Branca. O crime ocorreu na madrugada de 24 de junho, quando o pai da criança buzinou pedindo passagem. O suspeito perseguiu o carro da família e atirou contra o veículo. De acordo com a SSP, Alex responderá por homicídio qualificado por motivo fútil, porte ilegal de arma de fogo, condução sem habilitação e fornecimento de bebida alcoólica a menor. Ele alegou que atirou para "assustar" e estava alcoolizado. A família da vítima não conhecia o suspeito. A arma e o carro foram apreendidos, e Alex permanece preso.
Homem que matou bebê após buzina do pai em Areia Branca é indiciado por homicídio e outros três crimes
Alex de Oliveira Nunes, suspeito de matar Layla Sofia Menezes, de um ano e 11 meses — Foto: SSP/SE e arquivo pessoal

A Polícia Civil de Sergipe concluiu o inquérito e indiciou Alex de Oliveira Nunes, de 28 anos, por quatro crimes relacionados ao assassinato de Layla Sofia Santos Menezes, uma bebê de 1 ano e 11 meses, ocorrido em Areia Branca (SE). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (10).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Alex foi indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil, porte ilegal de arma de fogo, condução de veículo sem habilitação e fornecimento de bebida alcoólica a menor de idade. Na ocasião, uma adolescente estava em sua companhia.

O crime aconteceu na madrugada de 24 de junho. O pai da criança buzinou ao se aproximar da picape conduzida pelo suspeito, pedindo passagem. Alex inicialmente cedeu a passagem, mas logo depois perseguiu o carro da família e disparou contra o veículo. Layla Sofia foi atingida e morreu.

Após ser preso, Alex alegou ter atirado para “assustar”. Ele também confessou que estava sob efeito de álcool e afirmou não conhecer os ocupantes do carro. Conforme relato da mãe da criança, a família não tinha nenhum tipo de relação com o suspeito e não houve qualquer discussão anterior ao ataque.

O delegado responsável pelo caso, Miguel Maximino, informou ainda que Alex admitiu ser o autor de uma tentativa de homicídio registrada em 2023, também em Areia Branca, após uma discussão com outro homem.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito não possuía carteira de habilitação nem autorização para posse de arma. A arma de fogo e o veículo utilizados no crime foram apreendidos. Alex segue preso.