Sérgio Reis ignora convocação política e deixa governador na mão em reunião histórica com prefeitos de Sergipe

Ao lado do pré-candidato a vice, Jeferson Andrade, e dos nomes ao Senado, André Moura e Rogério Carvalho, o ato consolidou a força e a unidade de um grupo político que caminha alinhado.

Por SERGIPE HOJE - Política

O governador Fábio Mitidieri mostrou, mais uma vez, sua capacidade de articulação ao reunir mais de 60 prefeitos nesta segunda-feira, 4, em um encontro estratégico que marca o início da construção de sua pré-campanha à reeleição. Todos estavam. Ou quase todos.

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Sérgio Reis ignora convocação política e deixa governador na mão em reunião histórica com prefeitos de Sergipe
Ilustração gerada com ferramentas de inteligência artificial.

O governador Fábio Mitidieri mostrou, mais uma vez, sua capacidade de articulação ao reunir mais de 60 prefeitos nesta segunda-feira, 4, em um encontro estratégico que marca o início da construção de sua pré-campanha à reeleição.

Ao lado do pré-candidato a vice, Jeferson Andrade, e dos nomes ao Senado, André Moura e Rogério Carvalho, o ato consolidou a força e a unidade de um grupo político que caminha alinhado.

Todos estavam. Ou quase todos.

A ausência do prefeito de Lagarto, Sérgio Reis, não passou despercebida e, mais que isso, foi interpretada como um gesto claro de descompromisso político. Em um momento que exigia posição, o prefeito preferiu o silêncio e a omissão: sem presença, sem postagem, sem comentários!

Nos bastidores, o movimento já vinha sendo desenhado. Na última semana, Sérgio fez questão de se reunir com Belivaldo Chagas, figura, agora diretamente ligada ao projeto adversário ao do governador. Um sinal que fala mais alto que qualquer discurso.

Entre flertes com a oposição, articulações pouco transparentes e uma postura cada vez mais dualista, Sérgio Reis parece apostar em um jogo duplo mais uma vez. Movimento arriscado e, para muitos, incoerente.

A política exige lealdade, clareza e posicionamento. E ausência, nesse cenário, também é escolha.

No fim das contas, o comportamento do prefeito começa a reforçar uma impressão crescente nos bastidores: a de que o poder subiu à cabeça.

Como diz o ditado, não por acaso: está com o “rei na barriga”.

Ilustração gerada com ferramentas de inteligência artificial.