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Pela primeira vez, a Maternidade Santa Isabel, em Sergipe, realizou a coleta de células-tronco da placenta imediatamente após o parto. O procedimento, realizado na quinta-feira (17), foi uma iniciativa da mãe do recém-nascido, Karla Cristina, com o objetivo de auxiliar no tratamento de leucemia do filho mais velho.
Karla enfrenta a doença do filho desde 2020, quando ele foi diagnosticado com leucemia. Após entrar em remissão, a enfermidade voltou a se manifestar em dezembro do ano passado, exigindo o reinício da quimioterapia. Diante do novo desafio, a família buscou alternativas e iniciou o processo de cadastro no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), para tentar encontrar um doador compatível.
Durante esse processo, Karla descobriu uma nova gestação. A chegada do bebê reacendeu as esperanças da família, já que há a possibilidade de compatibilidade genética entre os irmãos. A maternidade destacou que a coleta de células-tronco do cordão umbilical e da placenta pode ser utilizada em transplantes de medula óssea, o que representa uma possibilidade concreta de tratamento, dependendo da compatibilidade.