Moradores do Bairro Horta denunciam abandono e erosão na Travessa João Antônio do Nascimento em Lagarto

População alerta que falta de manutenção e buracos ameaçam comprometer até mesmo o asfalto da duplicação recém-construída na região

Por SERGIPE HOJE - Lagarto

Quem reside ou precisa trafegar pela Travessa João Antônio do Nascimento, localizada no Bairro Horta, nas imediações do Fórum, enfrenta um desafio diário de paciência e perigo. A via tornou-se alvo de reclamações constantes devido ao estado crítico de conservação, que se agravou drasticamente nos últimos meses.

Moradores do Bairro Horta denunciam abandono e erosão na Travessa João Antônio do Nascimento em Lagarto

​De acordo com relatos enviados à redação do Sergipe Hoje, a situação da infraestrutura no local é precária. O tráfego intenso de veículos, somado às chuvas recentes e à falta de manutenção preventiva, acelerou o desgaste do calçamento. O cenário é preocupante: as bordas da via apresentam sinais claros de erosão, o que, segundo os moradores, já começa a colocar em risco o asfalto da obra de duplicação feita recentemente nas proximidades.

Poeira, lama e riscos

Moradores do Bairro Horta denunciam abandono e erosão na Travessa João Antônio do Nascimento em Lagarto

​A denúncia aponta ainda que a via está repleta de buracos (irregularidades) em toda a sua extensão, o que obriga motoristas a realizarem manobras arriscadas, aumentando a probabilidade de acidentes.

​Outro ponto crítico destacado pelos moradores é a parte superior da rua, que sequer possui calçamento. A consequência é uma rotina insalubre: nos dias de sol, a poeira invade as casas, gerando problemas respiratórios; nos dias de chuva, o local se transforma em um lamaçal, dificultando o acesso e a locomoção de pedestres e veículos.

O que diz a população

​A comunidade clama por uma intervenção urgente da administração municipal, que abandonou a região em questão. O temor é que, sem uma reforma estrutural imediata, o dinheiro público investido na duplicação vizinha seja desperdiçado pela erosão que avança, além de prolongar o sofrimento de quem vive na região.