Médico é preso por racismo e agressão a funcionários em hotel de luxo em Aracaju

Defesa do médico detido preferiu não comentar o caso, segundo informou ao g1.

Por SERGIPE HOJE - Aracaju

Um médico de 44 anos foi preso em Aracaju após agredir fisicamente um funcionário e cometer injúria racial contra outro no Hotel Vidam, onde estava hospedado. Segundo a administração do local, o incidente aconteceu na sexta-feira (19), quando o hóspede chegou com sinais de embriaguez. A Polícia Militar realizou a prisão, que posteriormente foi convertida em preventiva pela Justiça. A decisão judicial apontou a gravidade do caso e o risco de reincidência. A Polícia Civil investiga o caso com auxílio de vídeos gravados por funcionários. O médico permanece preso no Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf) e teve seu pedido de habeas corpus negado. O hotel se solidarizou com os colaboradores agredidos e afirmou prestar o suporte necessário.
Médico é preso por racismo e agressão a funcionários em hotel de luxo em Aracaju
Médico é preso por racismo e agressão a funcionários em hotel de luxo em Aracaju – Foto: Kindel Media

Um médico de 44 anos foi preso em Aracaju após agredir funcionários do Hotel Vidam, um estabelecimento de luxo na capital sergipana. A informação foi divulgada neste domingo (20) pela própria administração do hotel.

Segundo o relato do hotel, a prisão ocorreu na última sexta-feira, quando o hóspede — natural de São Paulo — chegou ao local com sinais de embriaguez, agrediu fisicamente um funcionário e cometeu injúria racial contra outro colaborador da equipe.

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A Polícia Militar foi acionada e realizou a prisão em flagrante. Após audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em preventiva. O médico está atualmente custodiado no Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), em Aracaju.

A decisão judicial destacou a gravidade dos atos, o risco de reiteração e a importância de garantir a ordem pública. O documento também salientou o desprezo demonstrado pelo suspeito em relação à dignidade humana e à igualdade racial, enfatizando sua responsabilidade como profissional da saúde.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar os detalhes do ocorrido. Vídeos gravados por funcionários serão utilizados como prova no processo investigativo.

O médico permanece preso, teve o pedido de habeas corpus negado e segue à disposição da Justiça. O caso será encaminhado ao juízo competente para continuidade do processo criminal.

Em nota oficial, a gerência do Grupo Vidam repudiou as agressões praticadas pelo hóspede e afirmou prestar total apoio aos colaboradores envolvidos na ocorrência.